Brasil em ação: 50 mil voluntários do Programa Mãos que Ajudam reformam 200 escolas públicas em todo o país
Duzentas escolas públicas reformadas no mesmo dia. Cinqüenta mil voluntários, amigos e membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, reunidos em um grande mutirão. Mais de 350 mil estudantes beneficiados. Cerca de 150 cidades participantes em todo o país. Assim, os voluntários do Programa “Mãos que Ajudam a reformar escolas públicas” passaram o dia 21 de abril, feriado nacional.

Após cinco anos de experiência e aproximadamente 450 escolas reformadas, mais uma vez, estas 100 mil mãos trabalharam com milhares de litros de tinta, pincéis, cal, cimento e solda. Elas reformaram salas, trocaram pias e portas, pintaram paredes e janelas, realizaram trabalho de jardinagem, além de pequenos consertos na parte hidráulica e elétrica das escolas. O projeto foi desenvolvido através de parcerias entre a Igreja de Jesus Cristo e secretarias de educação, diretoria das escolas, associações de pais e mestres, alunos, veículos de comunicação e o apoio da iniciativa privada.

Para Keila Moraes, coordenadora do programa para a região de Florianópolis, um dos momentos mais marcantes do projeto foi o envolvimento dos estudantes, pais, professores e diretores das escolas. “Nunca esquecerei o dia 18 de abril. Fomos até uma das escolas para apresentar o projeto aos pais, alunos e professores. Lá, mais de 300 pessoas nos receberam em um ginásio de esportes.” Segundo Keila, a diretoria da escola estava sonhando com uma reforma naquele prédio havia anos. “Apresentamos o projeto e ficamos muito felizes, pois a animação foi geral e todos sentiram o desejo de participar. No final, fomos aplaudidos. No dia da ação, todos estavam lá para nos ajudar.”

A voluntária, Cristiane Marangoni, da região de Perdizes, São Paulo, comentou ao fim de um longo dia de trabalho: “Realmente fiquei muito feliz em participar do projeto. Foi fantástico! Apesar do grande cansaço, valeu!”. Além da alegria, o sentimento singular entre os participantes foi assim resumido pela voluntária: “É muito bom servir. Sentimos que somos úteis e nosso amor pelo próximo aumenta”.

Estreitando laços – Em Porto Alegre, assim como em diversas cidades, o projeto estreitou o relacionamento do Programa Mãos que Ajudam com os líderes governamentais. O Secretário da Educação do Estado do Rio Grande do Sul, José Fortunati, acompanhou todo o projeto e constatou surpreso: “Vocês sempre oferecem ajuda!”. De acordo com Jorge Brehm, coordenador regional: “O secretário ficou toda a manhã em nossos projetos. Conversou demoradamente conosco e disse-me que o admirável é a prontidão em servir”.

No nordeste, voluntários de Fortaleza, restauraram um dos colégios estaduais mais antigos da cidade. Com 160 anos, o Liceu do Ceará recebeu a visita de 500 pessoas dispostas a trabalhar o dia todo. As carteiras e as salas ficaram limpas e, aos poucos, portas, paredes e colunas também ganharam o brilho original.

Na cidade, o projeto teve grande repercussão, foram mais de 30 minutos de matérias mostradas nos principais veículos de comunicação, incluindo quatro entrevistas ao vivo. Sérgio Carboni, coordenador do projeto em Fortaleza, estava muito animado e feliz com os resultados alcançados e comentou sobre o futuro: “Nosso próximo passo agora é a realização contínua de projetos”. Ele também não se cansou de agradecer a todos os voluntários: “Tenho profunda gratidão aos voluntários aqui de Fortaleza. Fiquei impressionado com a colaboração de todos. Eles chegavam em grande quantidade e com uma vontade inquebrantável de fazer sua parte”. 

Em Recife, outra importante capital do nordeste brasileiro, dois mil voluntários trabalharam em oito escolas. Herbert Homolka, um dos coordenadores da região, ao dar entrevistas para a mídia local, salientou: “Acreditamos que, ao servir, nos fortalecemos”.

Na cidade, o projeto contou com a participação do Élder Mervyn B. Arnold, um dos coordenadores nacionais do programa e líder eclesiástico de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e de sua esposa. Ambos pintaram paredes e trabalharam muito para deixar a escola com um ambiente melhor do que o encontrado. Élder Arnold comentou: “Nós temos recebido comentários maravilhosos daqueles que participaram do projeto Mãos que Ajudam. Os voluntários estavam entusiasmados e felizes por participar”.

Élder e Sister Arnold e os participantes encontraram a escola Oscar Moura, localizada em Jaboatão dos Guararapes, em situação muito precária. “Eles não tinham água nos banheiros, as paredes estavam precisando de pintura, as portas de reparo. Toda escola precisava de mais cuidado”, apontou Élder Arnold. Essa escola atende mais de dois mil alunos, inclusive muitos voluntários. Fátima Leite, diretora da escola, expressou sua profunda apreciação ao Élder Arnold: “Eu não posso acreditar que existem tantas pessoas para ajudar”. Ao finalizar ele disse: “A melhor parte estava no fato de que os participantes estavam felizes pelo serviço que prestaram ”.

A voluntária, Carolina Castellano, de São Paulo lembrou a todos que o projeto “é uma maneira de mostrar para a sociedade que nos importamos com os outros”. Na escola em que Carolina trabalhou, a diretora Maria das Graças agradeceu dizendo: “Tudo que vem para colaborar com o trabalho da escola é muito válido”.

Repercussão – A cobertura de mídia foi marcante. Jornais, rádios e diversos canais de televisão divulgaram o evento. Inclusive, dias antes do projeto, um spot comercial foi veiculado, pela TV Globo, principal canal de televisão brasileira, para todo o país. Além disso, telejornais de abrangência nacional fizeram cobertura jornalística da ação.

Glória Brehm, coordenadora do programa na região de Porto Alegre, comentou: “Hoje o meu coração parecia que ia explodir de alegria e de gratidão por tudo o que aconteceu em nossa cidade”. E com respeito à divulgação na mídia relembra: “Eu nunca vi o que aconteceu. Um dia antes, começaram os telefonemas. O dia inteiro fiquei atendendo aos jornalistas. No dia do projeto, parecia um formigueiro. Eram repórteres por todo o lado”.

Élder Mervyn B. Arnold expressou em poucas palavras a importância do evento para os participantes: “Foi uma maravilhosa experiência para todos os envolvidos”.

Com esse projeto – um modelo de solução para um país com muitos desafios sociais, especialmente na área de educação fundamental –, mais uma vez, a Igreja de Jesus Cristo deu um exemplo a ser seguido.

 Release
 Assista ao comercial de serviço público veiculado na Rede Globo

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